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Usuários de seis unidades básicas de Saúde (UBS) administradas pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel) terão um dia especial para tirar dúvidas sobre o câncer de pele: 4 de dezembro. A ação da Liga Acadêmica de Dermatologia e Cirurgia Dermatológica (LADERMA) promoverá um mutirão para atendimento de pacientes com lesões suspeitas. 

A atividade será realizada no Campus Saúde, a partir das 8h, e contará também com a participação da Liga de Cirurgia da UCPel. Orientações sobre fotoproteção e prevenção do câncer de pele serão oferecidas. Pacientes que apresentarem lesão suspeita ou pré-maligna podem ainda realizar procedimentos como crioterapia (nitrogênio líquido) ou procedimento cirúrgico no mesmo dia.  

Conforme a professora coordenadora da LADERMA, Joice Göebel, a ação pretende reforçar a importância da prevenção do câncer de pele. “As pessoas ainda não têm uma consciência de foto proteção, de entender como o sol pode ser danoso para a pele. A intenção é orientar sobre as medidas de prevenção e, se necessário, realizar o tratamento de lesões suspeitas”, explica.  

No dia da atividade serão disponibilizadas 60 fichas de atendimento para pacientes com requisição das UBS’s Py Crespo, Fátima, CAIC Pestano, Areal I, União de Bairros e Sanga Funda. O professor Ralph da Rosa, também atuante no Ambulatório de Dermatologia, integra a atividade assim como os acadêmicos integrantes das Ligas. 

O Campus Saúde fica localizado na Av. Fernando Osório, 1586, Três Vendas. 

 

Câncer de pele

O câncer de pele corresponde a cerca de 30% de todas as neoplasias (tumores) no Brasil. Tem uma prevalência bem grande e é subestimado muitas vezes, diz a docente. “Sabemos que as pessoas deixam ou postergam consultar por uma pintinha ou uma ferida que não cicatriza”. 

De acordo com a professora, lesões de câncer de pele consideradas como não melanoma podem ter uma ação mutilante importante. “Elas se alastram e podem acabar necessitando de procedimentos maiores para retirada, prejudicando a qualidade de vida do paciente”, explica.

Já o câncer de pele diagnosticado como melanoma pode gerar o risco de vida por sua capacidade considerável de se disseminar para outros tecidos do corpo.

Redação: Rita Wicth – MTB 14101 

 

 

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