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O curso de Medicina da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) terá oficializada suas ações extensionistas através de um novo programa: ‘Saúde Coletiva: um olhar integral e multiprofissional’. Composto por 102 acadêmicos, divididos entre três projetos de extensão, o programa irá ampliar as ações assistenciais e oportunizar mais experiências acadêmicas. 

Coordenado pelo professor Cayo Lopes, o programa pretende contribuir para a formação de profissionais com um olhar mais humanizado, além de gerar dados para futuras publicações científicas. “Os alunos poderão ampliar as vivências acadêmicas com atividades da extensão, conhecendo realidades que os farão refletir como futuros profissionais”, diz. 

Formado pelos projetos Médicos de Rua – voltado para a realização de ações sociais e de saúde à população em situação de rua; Reciclação – tem como público-alvo catadores de  materiais recicláveis na oferta de ações em saúde; e Atenção Domiciliar – disponibiliza assistência às pessoas em situação de cuidados domiciliares, o programa pretende ampliar a sua presença na comunidade neste segundo semestre. 

“A perspectiva para o segundo semestre é não só dar continuidade às ações assistenciais iniciadas, mas, principalmente, poder ampliar estas ações, assim como começar as atividades do novo projeto, Atenção Domiciliar, explica Lopes. 

Aprender atendendo à população

O reitor da UCPel, José Carlos Pereira Bachettini Júnior, frisa que o novo programa contribuirá para o avanço da extensão da universidade, por disponibilizar alternativas para problemas existentes. “Com isso, tornamos nossos alunos, futuros profissionais, sensíveis às diferenças e cidadãos capazes de colaborar com a melhoria do bem estar da comunidade”, avalia.

Atuante no projeto Médicos de Rua, a aluna do quarto ano da Medicina, Viviane Waskiewicz, entende que essa experiência amplia a vivência do ambiente acadêmico, por ir além do hospital, ambulatório e Unidade Básica de Saúde. “Além disso, é uma oportunidade de nos doarmos como seres humanos, ao atender pessoas que apresentam necessidades e comorbidades físicas, sociais e espirituais muitas vezes”, diz. 

Para o coordenador da extensão na UCPel, professor Ezequiel Megiato, a criação do programa vai contribuir para melhor organizar muitas das ações já realizadas pelo curso de Medicina. “É importante por curricularizar a extensão e aproximar o aluno da comunidade; também é importante para o professor, por despertá-lo para uma ação prática, e, sobretudo, à integração com a comunidade de forma organizada”. 

Redação: Rita Wicth – MTB 14101

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