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Uma pesquisa capaz de auxiliar no tratamento do câncer de mama garantiu aos cursos de Medicina, Biomedicina e ao Mestrado de Engenharia Eletrônica e Computação da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) o 1° lugar na categoria Pesquisa Original no 3° Simpósio de Ensino e Pesquisa em Saúde (SEPS)- edição Internacional, e 2º Workshop – Café Virtual dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs), realizado no interior de São Paulo. O estudo já recebeu outros dois prêmios, além de ter sido aprovado para participação em eventos universitários e da área médica.

1ª geração do simulador 

A coordenadora do grupo, professora Chiara do Nascimento, explica que o objetivo do projeto é a confecção de simuladores de achados mamográficos, de baixo custo, usando diferentes biomateriais compatíveis a fim de estudar a interferência dos implantes de silicones em exames de mamografias. A pesquisa partiu da busca por materiais que fossem compatíveis com o tecido mamário para a confecção dos simuladores. “Os materiais foram escolhidos a partir das densidades ópticas- alguns encontramos informação na literatura, porém para os mais novos foram necessários testes usando a técnica da densitometria óptica”, relata a docente da Católica ao comemorar o reconhecimento da pesquisa que já dura quatro anos.

Grupo de pesquisadores 

Os autores da pesquisa intitulada “Confecção de um simulador de achados mamográficos para análise da interferência dos implantes de silicone na detecção de achados neoplásicos”, são:

-Chiara do Nascimento, coordenadora do curso de Biomedicina e professora do Mestrado de Engenharia Eletrônica Computação; 

-Lucila Franz Bezerra, acadêmica do 2º ano do curso Medicina, bolsista de iniciação científica; 

– Everton Granemann, professor do Mestrado em Engenharia Eletrônica e Computação; 

-Lenita Franz Bezerra, concluinte do curso de Medicina; e,  

-Kaiser Kruger, egresso do Mestrado em Engenharia Eletrônica e Computação.

Pesquisa em evolução

2ª geração do simulador

O projeto premiado já tem uma segunda versão dos simuladores de achados mamográficos e se prepara para uma evolução ainda maior, com uma terceira geração. Dessa vez a placa de achados será construída a partir da impressão 3D. A proposta é que esses simuladores tenham medidas e geometrias mais fidedignas aos achados reais encontrados em mamas de pessoas de diferentes faixas etárias. “Acredita-se que até o final de novembro, estaremos fazendo testes de validação usando mamógrafos digitais e computadorizados para comparar os nossos simuladores  com os simuladores comerciais”, conclui a professora.

 

Redação: Alessandra Senna

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