segunda graduação

A decisão por uma segunda graduação deve ser feita de maneira cuidadosa, já que passar por todo o processo seletivo e a adaptação a uma área diferente demanda tempo e dedicação. Por isso, é comum pensar se realmente vale a pena investir em um novo curso. É preciso refletir, especialmente quando o curso desejado é complexo, como Medicina.

Por outro lado, a maturidade e a experiência com o ambiente acadêmico podem ser vantagens para quem deseja cursar Medicina. Existem muitos aspectos que devem ser considerados no momento da escolha e é interessante que você avalie com calma, para que a experiência seja mais rica e bem planejada.

Para ajudar, trouxemos neste artigo alguns pontos que precisam ser analisados para saber se vale a pena escolher a Medicina como segunda graduação. Boa leitura!

Qual é seu objetivo?

Antes se decidir pela segunda graduação, é importante avaliar quais são seus objetivos profissionais. Quando já existe alguma afinidade com o seu primeiro curso, pode ser feita uma especialização ou mestrado que ofereça embasamento para a área pretendida.

Se você, por exemplo, deseja atuar no ramo de pesquisa em saúde ou no desenvolvimento de tecnologias hospitalares, pode buscar um curso de pós-graduação. Contudo, é importante que a área de formação esteja relacionada a isso, como Biologia, Farmácia, Bioquímica e Bioengenharia.

Por outro lado, se sua intenção é trabalhar como médico, é fundamental que seja feita a graduação em Medicina, pois é o único caminho para essa profissão.

O mais importante é avaliar qual área trará maior realização pessoal. Fazer um curso e até chegar a trabalhar na área e perceber que não é aquilo que desejava é comum e, quando isso acontece, o melhor é buscar realizar o próprio sonho e atuar com o que deseja. A partir dessa definição, é possível traçar um plano de carreira para que as escolhas sejam mais acertadas.

Como é a rotina do curso?

É importante avaliar se você tem o tempo necessário para se dedicar ao novo curso. A formação em Medicina exige várias horas de estudo, dentro e fora da universidade. Caso seu primeiro diploma seja de uma área relacionada, é possível eliminar algumas matérias e, com isso, diminuir um pouco a carga horária. Ainda assim, a rotina será bastante intensa.

As atividades extras também fazem parte do cotidiano dos estudantes, pois elas permitem as experiências práticas e o contato com a comunidade. É muito interessante encontrar uma universidade que realize o curso com envolvimento social e a possibilidade de vivência na profissão, para melhorar a formação e para mostrar aos estudantes a prática médica.

Muito além do mito de que estudantes de Medicina precisam ter estômago para lidar com sangue, o que se aprende no curso está mais relacionado ao cuidado e ao respeito pela vida humana.

A graduação em Medicina acontece em 6 anos e as aulas são em período integral. Além disso, caso você pretenda obter uma especialidade, é preciso fazer a residência médica ou uma especialização que seja reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

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Quais as vantagens da Medicina como segunda graduação?

Como vimos, existem fatores que merecem atenção para saber se vale a pena escolher a Medicina como segunda graduação. Porém, também há vantagens nessa opção, especialmente se você tem certeza de que é seu objetivo. Conheça algumas delas.

Maiores possibilidades de atuação

Conhecer sobre vários assuntos é uma boa maneira de se destacar no mercado de trabalho. Dessa forma, ter um curso superior pode ser considerado como uma ferramenta para a carreira e não como uma limitação, o que geralmente acontece quando se acredita que existe uma obrigação de seguir aquela função, ainda que não traga a realização pessoal.

Um dos pontos fortes é que a Medicina tem muitas especialidades, o que faz com que ela seja bastante abrangente. O CFM reconhece 55 especializações e 59 áreas de atuação para médicos. Dessa forma, pessoas com diferentes perfis podem encontrar uma área que desperte mais interesse.

Mais maturidade para a graduação

Como dissemos no início, a experiência de um curso superior pode ser uma vantagem. Ela ensina muito sobre disciplina, organização e trabalho em equipe. Em uma área tão exigente quanto a Medicina, ter essa maturidade e bagagem ajuda bastante a aproveitar melhor o aprendizado, além de evitar que você fique perdido com a rotina universitária.

Quando a Medicina é a segunda graduação, o aluno já está familiarizado com o cotidiano acadêmico e com um volume intenso de estudos. As leituras mais densas também já não parecem mais tão assustadoras. Além disso, os conhecimentos adquiridos na primeira formação podem ajudar bastante na nova área, o que trará mais facilidade.

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Estabilidade da profissão

Um dos motivos que podem levar as pessoas a desejarem mudar de profissão é a dificuldade de ingressar ou de crescer no mercado de trabalho. Nesse sentido, a Medicina é uma excelente alternativa, pois conta com muitas ofertas de emprego e é uma carreira bem longeva, afinal, médicos sempre serão necessários. Os salários também costumam ser um atrativo.

Apesar de ser estável, os estudos devem fazer parte do cotidiano do profissional, já que a ciência evolui constantemente e novas formas de atuar surgem para melhorar o cuidado com os pacientes. Assim, as atualizações são fundamentais para bons médicos.

Trata-se de uma ótima alternativa de segunda formação para pessoas que são determinadas, gostam de desafios e não têm medo de alcançar o sucesso na carreira. Apesar de demandar muito do aluno, o curso pode abrir muitas oportunidades.

Como vimos, a Medicina como segunda graduação vale a pena, desde que essa escolha seja feita de maneira planejada e consciente. Para isso, é fundamental analisar os fatores destacados neste texto, o que ajuda a se certificar de que essa é a área certa para que você alcance a realização pessoal e profissional.

A melhor maneira de saber mais sobre o curso e avaliar se ele é a escolha certa é acompanhando boas fontes de informação. Confira todas as dicas e novidades em nossas redes sociais: Instagram, LinkedIn, Pinterest, YouTube, Twitter e Facebook.

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